quarta-feira, 27 de abril de 2011
7pesquisaprojetos
ESCOLA MUNICIPALGUARUJÁ
PROFESSORA: APARECIDA SILVANA DA SILVA
PROJETO: RELAÇÕES INTERPESSOAIS
TEMA: PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO NA SALA DE AULA
DURAÇÃO: 2 AULAS
NÚMERO DE ALUNOS: 25
FAIXA ETÁRIA: 9 ANOS
As práticas discriminatórias feitas pelas sociedades familiar, escolar e da própria sociedade acontecem sempre por um ou outro achar que é melhor e superior a quem tem a pele mais escura e não tem uma posição social melhor.
Sabedora do papel da escola em ajudar o aluno a pensar diferente, trabalhei este projeto pensando em amenizar a convivência e o diálo entre os alunos na escola e principalmente na sala de aula.
Foi usado meios de comunicação como livros, documentários e laboratório de informática para pesquisas e impressões de textos e atividades.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Curso Relações Raciais - Atividade Prática
A aula aconteceu de forma bem prazerosa. De início perguntei se alguém conseguiria recontar a lenda do Negrinho do Pastoreiro. Quem já conhecia foi contando, outros ajudando, até terminar o reconto. Houve uma conversa formal entre professora e alunos falando do preconceito, respeito mútuo, relação entre patrão e empregado, direitos e deveres de ambas as partes e valor humano, pois, ninguém vive sem ninguém, dependemos uns dos outros. Cada aluno pode se expressar oralmente, através de produções de textos, desenhos e pinturas.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
1.6 Momento de Reflexão
A aula foi iniciada com a leitura Negrinho do Pastoreiro. Depois houve um debate, analisando a lenda fazendo perguntas: o que entenderam do poema, por que a discriminação acontece entre pessoas, da falta de respeito, relação entre patrão e empregado, direitos e deveres de cada um, comunicação interpessoal. No segundo momento da aula, fizeram a pintura do Negrinho do Pastoreiro e responderam oralmente questionamentos como: Qual a mensagem que a lenda nos passa? Na sala de aulas podemos dizer que todos somo iguais? Como podemos lidar as questões do respeito? Diferenças? Relações pessoais? Direitos e deveres? Todo o trabalho foi voltado para a melhoria do bom relacionamento dos alunos dentro e fora da sala. Buscando o diálogo e não a agressão, entender que as diferenças fazem parte do nosso dia-a-dia e não podemos mudar isso, temos que aprender a respeitar a tudo e a todos do jeito que são.
terça-feira, 19 de abril de 2011
1.3 Educação e Tecnologia
As tecnologias devem ser aplicadas de forma mais ampla nas escola. Cada vez mais necessita-se de pessoas capacitadas nas áres de informáticas. A todo momento surgem questões e acontecimentos no mundo e que necessita de pesquisas mais aprofundadas, e a escola não pode ficar as margens dessas mudanças. portanto a escola deve ser primeiro o local onde os alunos vão se organizar, planejar e concluir suas pesquisas tecnológicas.
1.2 Diário de Bordo
A escola cobra dos professores o uso de tecnologias das quais o aluno tem direito de aprender. Aqui, alunos e funcionários já estão se adaptando e aprendendo muito com o uso das novas tecnologias. Com a facilidade que a internet oferece e o prazer dos alunos estarem ali em frente a um computador produzindo suas atividades, salvando, imprimindo e compartilhando o que fez e o que aprendeu com colegas e professores, está se tornando algo muito satisfatório no processo do ensino aprendizagem.
Quem sou eu como professor e aprendiz ?
Sou uma professora que gosta de fazer os alunos pensar, pesquisar e tentar primeiro fazer sozinhos suas atividades escolares. Porque quanto mais o aluno pensa, tenta, faz e refaz só fica preparado para o futuro cada vez mais. E o que é melhor, aprende a ter opinião própria. Tudo que fazemos na sala é compartilhado com todos. De uma simples frase a uma produção de texto. As atividades são corrigidas no quadro, buscando opinião e meios de realização compreensível a todos destas atividades, indagando sempre respostas dos próprios alunos, mas também com meu ponto de vista, dando idéias e às vezes mudando algumas coisas, não no sentido de podar os alunos, mas de ajudá-los a entender melhor o que está fazendo. Ensinar também é um aprendizado constante, pois lidamos com filhos de várias famílias com jeitos diferentes de pensamento, religião, posição social. Além de buscar apoio em meus colegas de trabalho e aprender com as experiências deles. Procuro sempre trabalhar da melhor forma possível, porque no mundo globalizado em que vivemos, necessita de uma visão mais voltada para um ensino que ofereça suporte de uma aprendizagem segura. Fico satisfeita quando consigo atingir o meu objetivo e fico me questionando quando isso não acontece.
